quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Quebra-cabeça aparelho reprodutor feminino e masculino


Escola: E.E.B. Natalio Vassoler
Equipe: Adriana Elias
             Daniela Pedroso
             Daniele Maria Raulino
             Josimar Cunha de Almeida
            
Professora supervisora: Giana Remus

Turma tralhada: 1002, 1003, 1004.

Atividade: Quebra-cabeça aparelho reprodutor feminino e masculino.

Objetivo: levar aos alunos uma maneira diferente de aprendizagem, mostrando através das figuras do quebra cabeça os dois aparelhos, bem como, questionar após o termino da  montagem com perguntas específicas sobre cada aparelho para melhorar a fixação do tema e avaliar o conhecimento adquirido pelo aluno a partir do conteúdo lecionado pelo professor.

Materiais utilizados: papelão, figuras ilustrativas do aparelho reprodutor masculino e feminino, tesoura, cola, papel contact, cartolina para os envelopes.

Metodologia: os alunos foram divididos em 6 grupos disponibilizando para cada equipe um jogo de quebra cabeça. Após o término da montagem os alunos teriam mais um tempo determinado pelos pibidianos para um breve estudo relacionado com o aparelho que sua equipe pegou. Após todos terem acabado as montagens os pibidianos questionaram as equipes com 6 perguntas referentes ao conteúdo lecionado pelo professor. Os quebra-cabeças foram produzidos pelos pibidianos.

Resultados: Com a atividade pedagógica percebemos que os alunos conseguiram compreender a relação dos conhecimentos conceituais, pois tiveram que focar e prestar muita atenção para a montagem do quebra-cabeça.  Diante disso, acreditamos que com atividades pedagógicas visuais, principalmente, as aulas tornam-se mais atrativas aos alunos, bem como, pode nos oferecer muitos dados para que se possa avaliar o aprendizado dos alunos em relação aos conhecimentos conceituais, como também os comportamentais. Esse tipo de atividade também é facilitadora ao educador, servindo também como busca de aprendizado para produção de materiais pedagógicos em outros conteúdos a serem trabalhados.





Misturas homogêneas e heterogêneas


Escola: E.M.E.I.E.F. Pascoal Meller

Equipe: Alexsandra Maia Oliveira
             Caroline Bortoluzzi
             Franciele de Souza
             Maíra Baranoski
             Priscila Casagrande

Professora supervisora: Edna Cardoso da Luz Frigo

Turma tralhada: 9º ano, turmas 901 e 902

Atividade: Misturas homogêneas e heterogêneas.

Materiais utilizados: Água, sal, açúcar, leite, achocolatado, glucose de milho, querosene, óleo de soja, corantes, mel, óleo de motor, tubos de ensaio, garrafa plástica.

Metodologia: Na garrafa plástica foram colocadas as substâncias uma a uma, respeitando a densidade das mesmas, as camadas foram se acomodando uma sobre a outra de maneira ordenada. As camadas mais densas ficaram no fundo e as menos densas em cima.

Resultados: Os alunos conseguiram compreender de forma clara a densidade das substâncias e como isso interfere nas misturas heterogêneas. Em tubos de ensaio conseguimos mostrar as misturas homogêneas e a solubilidade das substâncias sólidas, identificando solvente e soluto.






segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Testando as leis de Newton


Escola: E.M.E.I.E.F. Pascoal Meller
Equipe: Alexsandra Maia Oliveira
             Caroline Bortoluzzi
             Franciele de Souza
             Maíra Baranoski
             Priscila Casagrande

Professora supervisora: Edna Cardoso da Luz Frigo

Turma tralhada: 9º ano 901

Atividade: Testando as leis de Newton

Materiais utilizados: Garrafas, velas, pratos, água, copos, moedas, folhas cartolinas, massinhas de modelas

Metodologia: Para testar a terceira lei de Newton os alunos utilizaram a garrafa, a vela, o prato e água. Em grupos os alunos fixaram a vela no prato e colocaram um pouco de água nesse mesmo prato. Com a vela acesa, colocaram calmamente a garrafa por cima da vela, mostrando assim a reação da água de subir na garrafa por causa da ação da queima do oxigênio dentro da garrafa.  Para primeira lei, utilizaram o copo, a moeda e a Cartolina. Colocaram a cartolina em cima do copo e a moeda em cima da Carolina. Quando puxavam rapidamente a folha, a moeda caia dentro do copo, já que estava em repouso sua tendência era permanecer em repouso. Para testar a segunda lei, fizeram duas bolinhas de tamanhos e massas diferentes com massinha de modelar,  e lançaram as bolinhas procurando exercer a mesma força, percebendo assim que a massa tem relação direta com a aceleração adquirida pelo corpo.

Resultados: Conseguimos observar que a medida que o resultado das experiências aconteciam os alunos conseguiam associar as leis estudadas em sala. Foi muito gratificantes perceber a surpresa deles a casa resultado.



Sistema ABO e Fator Rh


Escola: E.M.E.I.E.F. Pascoal Meller
Equipe: Alexsandra Maia Oliveira
             Caroline Bortoluzzi
             Franciele de Souza
             Maíra Baranoski
             Priscila Casagrande

Professora supervisora: Edna Cardoso da Luz Frigo
Turma tralhada: 801 e 802.

Atividade: Sistema ABO e fator Rh.

Materiais utilizados: EVA vermelho, papel amarelo e papel branco

Metodologia: Cada aluno recebeu uma plaquinha de EVA vermelho representando o sangue, um pouco de bolinhas feitas com papel branco e amarelo representando os dois aglutinogênios A e B. A partir disso começaram a trocar com o colega seus aglutinogênios, partindo do princípio de que não poderiam receber em seu sangue nada além do que já existia nele.

Resultados: No final da atividade podemos perceber que alcançamos nosso objetivo pelos comentários dos alunos como, por exemplo: Um aluno que estava representando o sangue O negativo disse: “Vou morrer! Não posso receber sangue de nenhum de vocês porque meu sangue não tem nada” Entendemos dessa forma que ele conseguiu perceber que o sangue O negativo não possuía nenhum aglutinogênio, nem Rh.

Outro aluno que representava AB negativo pegou o sinal de positivo do colega dizendo o seguinte: “Me dá esse positivo aqui que quero receber de todos” Ou seja, estava claro para ele que se possuísse o sangue AB positivo poderia receber sangue de qualquer colega da turma.



Maquete - Biomas do Brasil


Escola: E.M.E.I.E.F. Pascoal Meller

Equipe: Beatriz Luiz Sebastião
              Gisele Padilha Delfino
              Kalita Borges Feck
              Karina Priscila Ambros
              Marcela Ricardo
              Mayara Fernandes

Professora supervisora: Elaine Fonseca Pereira

Turma tralhada: 601 e 602.

Atividade: Maquetes dos Biomas Brasileiros.

Materiais utilizados: EVA verde, isopor, cola quente, cola bastão, papelão, imagens de animais, argila, tinta guache diversas cores, pinceis, chimarrão, terra, gel de cabelo, plantas verdes, esponjas e outros materiais alternativos.

Metodologia: No dia 19/05/2016 Iniciou-se a produção das maquetes com o tema Biomas brasileiros com a turma 601. A turma foi dividida em grupos de quatro alunos, onde cada grupo recebeu um bioma brasileiro para ser representado através de uma maquete. Os grupos foram se organizando e com o auxilio do livro, professor e as pibidianas, começaram a desenvolver os trabalhos. Durante 8 aulas os alunos estudaram e prepararam as maquetes. A atividade foi desenvolvida na sala de ciências da escola. Após o término da atividade foi realizada a socialização dos trabalhos, cada grupo explicou as principais características do bioma estudado pelo grupo. Por fim, as maquetes foram expostas no pátio da escola.

Resultados: No final da atividade podemos perceber que alcançamos nosso objetivo.





Prática dos fungos - Analisando sua reprodução


Escola: E.M.E.I.E.F. Pascoal Meller

Equipe: Beatriz Luiz Sebastião
              Gisele Padilha Delfino
              Kalita Borges Feck
              Karina Priscila Ambros
              Marcela Ricardo
              Mayara Fernandes

Professora supervisora: Elaine Fonseca Pereira

Turma tralhada: 7º ano 701

Atividade: Prática dos fungos – Analisando sua reprodução

Materiais utilizados: fermento biológico, açúcar, garrafa pet de 600 mL, balão e água morna.

Objetivos:
  •   Compreender como acontece a reprodução dos fungos e o que é necessário para que este processo ocorra;
  •   Identificar o gás produzido durante a fermentação através do experimento e pesquisa utilizando o livro didático como apoio;
  •   Favorecer o entendimento do aluno através da prática, onde ele possa ser autor da sua aprendizagem no momento em que desenvolve as atividades.

Metodologia: No dia 24/06/2016, foi realizado a prática dos fungos com a turma 701. Os alunos foram divididos em trio, cada trio com uma garrafa pet. Com o auxílio da professora e das alunas do PIBID, colocou-se uma colher de fermento biológico, uma colher de açúcar e completou-se com água morna até ¼ da garrafa pet, logo depois fecharam a garrafa com um balão. Depois de algum tempo os balões começaram a encher. Os alunos receberam uma ficha para relatarem suas observações do experimento. Após o procedimento pesquisaram no livro didático sobre a reprodução dos fungos relacionando a prática, e juntos identificaram o gás produzido no experimento.

Resultados: Durante a aula prática, os alunos ficaram envolvidos e curiosos em descobrir o motivo pelo qual o balão enchia, fizeram todo o procedimento indicado e conseguiram compreender a prática e relacioná-la a reprodução dos fungos.



Prática partes da terra

Escola: E.M.E.I.E.F. Pascoal Meller

Equipe: Beatriz Luiz Sebastião
              Gisele Padilha Delfino
              Kalita Borges Feck
              Karina Priscila Ambros
              Marcela Ricardo
              Mayara Fernandes

Professora supervisora: Elaine Fonseca Pereira

Turma tralhada: 601 e 602.

Atividade: Prática partes da terra.

Objetivos: Favorecer o entendimento do aluno de forma agradável onde ele possa ser autor da sua aprendizagem no momento em que desenvolve as atividades.

Materiais utilizados: Cartolina colorida, tesoura, cola e folha oficio.

Metodologia: No dia 24/06/2016, foi realizado a prática das partes da terra com a turma 601 e 602. Cortamos quatro cartolinas de forma circular de cores e tamanho diferentes, dividimos a turma em duplas e trios e para grupo, distribuímos um circulo de cada cor e uma folha A4.
Os alunos colaram um circulo em cima do outro, do maior para o menor, identificando as quatro partes. A parte livre da crosta ficou liberada para que eles ilustrassem.

Resultados: A turma reagiu positivamente durante todo o processo, conseguiram identificar e compreender cada parte da terra, ilustrando de maneira correta o que foi solicitado.
No final da atividade podemos as pibidianas aprenderam a utilizar os materiais na aula favorecendo a aprendizagem do aluno.